Se você tem como foco expandir seu negócio, certamente já deve ter ouvido falar sobre o ROI em viagens corporativas. Apesar de ser bastante utilizada pelas empresas de modo geral, nem todo mundo sabe exatamente como funciona essa métrica e seus principais benefícios que são capazes de estimular o crescimento.

Isso acontece, na verdade, porque a sigla parece complicada em um primeiro momento. No entanto, ao descobrir como adotá-la de maneira eficiente, todas as estratégias internas são direcionadas à redução dos custos e melhor aproveitamento dos lucros.

Quer saber mais? Vamos tirar todas as suas dúvidas sobre o ROI e como usá-lo em viagens corporativas. Acompanhe!

O que é ROI?

Antes de tudo, é necessário compreender o que é o ROI. A sigla se refere ao “retorno sobre investimento”, do termo em inglês Return on Investment. Na prática, consiste em uma métrica que calcula o quanto sua empresa ganhou de investimentos em diferentes áreas. Entre as principais estão gastos com mídia paga, novos equipamentos, treinamentos, serviços e, claro, viagens corporativas.

Ao calcular esse retorno, você ganha informações para tomar decisões cada vez melhores com base nos resultados. Assim, além de direcionar os investimentos para algo que esteja dando certo, também é possível interromper um projeto que não vai ser bem-sucedido em longo prazo antes de perder dinheiro e esforços dos colaboradores.

O primeiro passo envolve calcular o ROI das viagens de maneira individual. Ainda que tenham sido feitos outros investimentos em marketing, por exemplo, ou reuniões presenciais com clientes, o foco deve girar em torno do quanto dinheiro precisou ser movimentado para o deslocamento e do tempo dispensado em cada atividade.

Como usar o ROI em viagens corporativas?

Usar esse tipo de métrica permite que você tenha a noção exata do potencial de crescimento da empresa conforme os compromissos firmados em deslocamentos. O controle financeiro, nesse caso, a partir das informações do retorno, faz muita diferença na hora de não criar dívidas sem necessidade e calcular os gastos de maneira a considerar os imprevistos que podem surgir.

Outro ponto extremamente positivo é que se tona mais fácil cortar gastos que comprometem o fechamento das contas no final do mês. Pense só, se o objetivo da empresa com as viagens corporativas é de fechar novos clientes e aumentar os lucros, os gastos precisam ser considerados investimentos.

Logo, os valores precisam ser menores do que o lucro gerado para que todo esse processo compense. A métrica do ROI pode ser uma importante aliada para determinar limites de gastos e usar bem os lucros conquistados na forma de investimento.

Indicadores usados

As regras do cálculo do ROI podem até parecer complicadas à primeira vista, mas depois que você colocá-las em prática vai notar como é simples montar uma estratégia baseada nos resultados.

Na prática, a fórmula consiste em subtrair o ganho recebido com o investimento em viagens pela quantia gasta no processo — ou seja, quanto a empresa faturou com esse deslocamento e quanto de despesas precisou pagar para que um funcionário se deslocasse.

Em seguida, o resultado deve ser dividido pela quantia gasta com o investimento.

ROI = (Retorno ganho – valor gasto com o investimento)/Quantia gasta com o investimento

Ampliação de resultados

Ao apresentar um resultado favorável com as viagens corporativas, você consegue direcionar os recursos de maneira mais inteligente. Ou seja, se ao mensurar os resultados ficar comprovado que reuniões em outras cidades são interessantes, a distribuição de investimentos pode focar nesse quesito com o objetivo de acelerar o crescimento interno.

Saiba que esses números normalmente são eficientes e revelam muito sobre a situação operacional da empresa como um todo. Além disso, mesmo que você tenha alguns projetos engatilhados, se torna fácil saber se as viagens corporativas precisam ser prioridades de investimentos.

ROI como ferramenta estratégica

O uso do ROI de maneira correta se transforma em uma ferramenta estratégica capaz de mudar as perspectivas de sua empresa. Dentro desse contexto, o trabalho de comunicação com o público-alvo se mostra mais direcionado. Esse tipo de segmentação permite conhecer a fundo as necessidades dos clientes, correr na frente da concorrência e ainda desenvolver um relacionamento de confiança que faz muita diferença.

A partir disso, a experiência de atendimento passa a ser mais personalizada e os resultados aparecem em curto prazo. Saiba que não basta ter uma série de viagens corporativas durante ano se não existir um objetivo a ser cumprido. Por mais networking e contratos que possam ser fechados sem o controle do ROI nos resultados, sem saber onde quer chegar, esse tipo de ação não é sustentável por muito tempo.

Segmentação

Antes de se preocupar com quantidade, tenha atenção especial com a qualidade das viagens. Monte um cronograma bastante detalhado com foco em otimizar as atividades no que realmente represente ganhos. Por exemplo, participar de um evento para captar novos clientes com concorrentes de todo o país pode exigir muitos gastos e talvez um retorno inexpressivo se você ainda não estiver nessa etapa de captação.

Dessa maneira, dê preferência a reuniões segmentadas ou eventos em que seu público-alvo realmente conheça os benefícios do seu negócio. Pensar em participar de tudo somente por status ou para avaliar o que está acontecendo no mercado nem sempre é uma boa ideia.

Ao tirar os planos do papel é preciso calcular cada decisão com o intuito de evitar perder tempo. Mais do que dinheiro, os esforços para algo de retorno pequeno acabam se transformando em atrasos de crescimento.

Sem contar que, assim, o processo de fidelização do cliente acontece de forma mais simples pela necessidade criada pela própria empresa na hora de mostrar seus diferenciais competitivos de maneira inteligente e apropriada. As principais dicas, em uma situação como essa, são estudar as viagens que valem a pena, entender o perfil do público e calcular o ROI pensando em crescimento.

Pronto! Agora você já sabe como funciona o ROI em viagens corporativas. O mais importante é ter um planejamento adequado para garantir sustentabilidade nas viagens corporativas. Só assim será possível crescer de maneira consciente para desbancar a concorrência sem perder a saúde financeira.

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Desde a mudança de regras, a taxa de bagagem desperta uma série de dúvidas em quem está com passagem comprada. De fato, como cada companhia tem autonomia para estipular alguns valores, você precisa avaliar o que mais compensa no fim das contas.

O grande segredo, no entanto, está em conhecer bem as regras e se preparar com antecedência para não perder o voo por problemas na hora de passar pelo raio-X ou pelo balção de embarque. Só assim será possível economizar sem se preocupar em deixar o conforto de lado.

Quer saber mais? Neste artigo, vamos tirar todas as dúvidas sobre a taxa de bagagem nas passagens áreas. Acompanhe!

Limites para bagagem de mão

Com tantas mudanças nas regras de bagagem nos últimos anos, é muito comum encontrar passageiros com dúvidas sobre o assunto. Antes de explicar os limites, você deve compreender como funciona a bagagem de mão. Esse é o volume que não precisa ser despachado no balcão da companhia área.

Portanto, a mala pode ir com o viajante na cabine do avião. Essa possibilidade independe da tarifa adquirida. Vale desde as promocionais até os valores mais altos. Conforme as medidas desse tipo de bagagem, existe a possibilidade de acomodá-las embaixo da poltrona da frente. No entanto, tudo depende das recomendações de cada companhia.

Bagagem de mão em voos nacionais

As permissões da bagagem de mão passaram a ser padronizadas entre as companhias brasileiras em 2019. A maioria permite levar uma mala dentro dos limites estipulados e uma bolsa ou mochila com tamanho adequado. Veja, a seguir, como funcionam as regras da Latam, da Gol e da Azul:

  • mochila, bolsa ou outro objeto pessoal: as medidas são 35 x 20 x 45 cm;
  • mala de mão (alça, rodinhas e bolsas): máximo de 10 kg, com 35 x 25 x 55 cm.

Bagagem de mão em voos internacionais

Ao contrário do que muita gente pensa, a principal diferença das regras de bagagens entre os voos nacionais e os internacionais não está nas medidas permitidas. A mudança é a possibilidade de transportar líquidos. Em relação ao tamanho, todas as exigências são iguais aos voos realizados no Brasil.

Lembre-se de que as restrições em relação aos líquidos valem também para os passageiros que passam por áreas internacionais, mesmo que estejam apenas em conexões. De acordo com as cartilhas da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), unidades de xampus, cremes, condicionadores e outros itens de higiene podem ser levados sem problemas na bagagem de voos domésticos.

Já no embarque internacional, a regra permite apenas carregar 100 ml por embalagem. A principal recomendação aqui é comprar fracos de líquido para viagem que já têm os tamanhos adequados e não apresentam rótulos. Um fator muito importante é se preparar com antecedência para não ter os itens apreendidos, já que a fiscalização em relação a isso costuma ser bastante rigorosa na chegada ao raio-X.

Valores cobrados por despacho

De acordo com as regras em vigência atual, as empresas de aviação podem oferecer passagens com valores separados do despacho de bagagem. Dessa forma, cada companhia faz suas próprias taxas. Veja a seguir como funcionam as taxas das principais empresas aéreas.

Latam

Em voos nacionais, é cobrado o valor de R$ 59,00 por uma bagagem de até 23 kg, quando solicitada antecipadamente em bilhetes das categorias Promo e Light. Quando comprado no balcão do aeroporto, o valor sobe para R$ 120,00. Já a tarifa Top inclui o despacho de duas malas de até 23 kg.

Para os trechos internacionais as regras costumam variar bastante conforme o destino comprado. Antes de tomar a decisão de comprar passagens, confira sempre a tabela de preços disponível no site da companhia para evitar problemas de última hora.

Gol

Uma bagagem de até 23 kg é despachada mediante o pagamento de uma taxa no valor de R$ 120,00 para viagens internacionais e nacionais. Isso quando o pedido de compra acontece no balcão da companhia.

Aos passageiros que compram a tarifa Plus, é permitido o transporte da primeira bagagem de até 23 quilos. Nas categorias Max e Premium Economy, são permitidas duas malas de até 23 kg em viagens internacionais.

Azul

Existem dois sistemas de cobrança de taxa de bagagem na companhia. O Mais Azul libera até 23 quilos, e o Azul cobra R$ 60,00 pela compra prévia da bagagem. Já quem preferir fazer isso no aeroporto, precisa desembolsar R$ 120,00. As regras, no geral, também são diferentes para embarques com destino aos Estados Unidos, Europa e países da América do Sul.

Regras do excesso de bagagem

A cobrança por excesso de bagagem é uma preocupação de quem viaja constantemente. Quando se trata de deslocamentos corporativos, então, a situação ganha divergências agravantes pelos valores fora do planejado. Por conta disso, é muito importante ficar por dentro das regras para fazer a mala de maneira adequada.

  • Latam: voos nacionais com excesso de peso de 23 kg a 32 kg, a taxa é de R$ 175,00. De 32 kg a 45 kg excedidos, o valor é de R$ 350,00;
  • Gol: a companhia faz cobrança de acordo com o peso excedido. Em viagens nacionais, a taxa é a partir de R$ 25,00, e em internacionais é de R$ 40,00;
  • Azul: é cobrada uma taxa de R$ 220,00 por mala que exceder os 23 kg permitidos.

Alternativas para economizar

Só quem já se viu despreparado diante de um problema com despacho ou peso de bagagem sabe que é um momento repleto de tensão. Para evitar que isso aconteça e ainda economizar na franquia de bagagens, leia todas as regras da companhia antes de efetuar a compra da passagem.

Assim, fica muito mais fácil se preparar com a quantidade adequada de roupas e acessórios, conforme os dias de viagem. Da mesma forma, é muito melhor efetuar pagamentos de maneira antecipada sem precisar fazer alterações no orçamento por causa de imprevistos na hora do raio-X.

Pronto! Agora você já conhece as regras da taxa de bagagem. O mais importante é marcar todos os custos extras com antecedência para não ser pego de surpresa. Uma boa dica, nesse caso, está em adquirir as passagens com bagagens incluídas. Ao colocar tudo na ponta do lápis, o custo-benefício é notável.

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Escolher uma agência de turismo é um fator decisivo no sucesso de uma viagem corporativa. O motivo é que combinar bom custo-benefício e um serviço que atende às necessidades de sua empresa, impulsiona o desempenho dos colaboradores e ainda garante que tudo aconteça conforme o planejado.

Com um mercado cada vez mais competitivo, priorizar parceiros que prezem pela organização em primeiro lugar faz muita diferença nos seus resultados. Por isso, nada de tomar decisões desse tipo sem ter as informações adequadas em mãos. As pesquisas detalhadas são o primeiro passo para acertar em cheio na escolha.

Quer saber mais? Vamos mostrar 7 erros para evitar na hora de escolher uma agência de turismo. Acompanhe!

1 . Comprar pacotes de primeira

Muitas vezes, na correria do dia a dia, acabamos ficando sem tempo para fazer pesquisas detalhadas antes de finalizar uma compra. Esse tipo de erro pode até parecer uma economia de tempo à primeira vista, porém, depois do problema estourar como uma bomba, você vai notar que quase nunca vale a pena comprar um pacote de primeira.

A questão aqui é que mesmo que a oferta pareça muito vantajosa, as chances de encontrar outras opções que podem ser personalizadas e se encaixem com suas necessidades são bastante altas. Por este motivo, tenha paciência e comece a se programar com antecedência. Assim, você consegue pedir alguns orçamentos e conhecer seus benefícios antes de se decidir.

2 . Deixar de checar a credibilidade da empresa

Esse é um outro erro que a falta de tempo costuma causar. Ao deixar de checar a credibilidade da agência de viagens, seu negócio pode acabar caindo em uma grande furada por puro descuido da pessoa responsável pela pesquisa. Logo, ao começar o processo de comunicação, consulte a credibilidade da empresa envolvida em diferentes meios.

O mais comum, hoje em dia, é realmente avaliar as redes sociais, a quantidade de seguidores e comentários de outros clientes que passaram por experiências semelhantes. Dessa forma é possível ver a interação na hora de resolver problemas, que se mostra como um dos pontos mais sensíveis no momento de ganhar confiança.

3 . Não questionar os diferenciais oferecidos

O ponto de partida para escolher a agência de viagens perfeita é fazer todas as perguntas necessárias ainda no processo de negociação. Se você deixar algo de importante passar, a empresa pode alegar que houve um mal-entendido e acabar gerando um grande prejuízo que poderia ter sido evitado.

Sendo assim, é muito importante não ter vergonha de fazer perguntas. A fase de decisão de compra realmente serve para isso e os funcionários do outro lado estão aptos para lidar com os diferentes tipos de dúvidas. Além das questões tradicionais, como preço, serviços e pacotes, você também precisa pedir uma explicação detalhada sobre os diferenciais.

Um bom exemplo disso é o programa de cashback em viagens, que devolve parte do dinheiro gasto na compra e permite que você use o dinheiro para investir no deslocamento de outros colaboradores, hospedagem barata e outros serviços essenciais.

4 . Optar por um site sem usabilidade

Os problemas de usabilidade costumam deixar muitos usuários de internet completamente irritados. No entanto, algumas pessoas acabam ignorando essa situação para efetuar uma compra mais rápido, por exemplo.

No entanto, quando se trata de fechar com uma agência de viagens, todos os detalhes fazem muita diferença e a demora em concluir a compra causa prejuízos. Isso porque esse tempo perdido poderia ser facilmente usado para comprar outras opções de serviços e encontrar algo que talvez seja mais adequado.

Sem contar que, com esses problemas, fica mais difícil compreender quais são as principais vantagens competitivas no site. Em função disso, dê preferência as páginas com respostas rápidas, boa comunicação visual e conteúdo bem elaborado.

5 . Ignorar o custo-benefício

Outro erro clássico na hora de contratar uma agência é se esquecer do orçamento permitido e acabar excedendo os gastos. Assim, você pode acabar hospedando um colaborador muito longe do seu destino e gastar muito mais do que se tivesse feito uma pesquisa melhor ou colocado tudo na ponta do lápis.

Por esse motivo, logo quando começar a fazer o planejamento do turismo corporativo é necessário avaliar soluções significativas. Dessa forma, se torna mais simples verificar o que compensa mais na hora de escolher uma hospedagem com melhor preço, passagens e a assistência oferecida pela agência.

Além disso, ainda vale a pena ficar atento na antecedência de fechar o negócio, já que nem sempre o serviço mais caro se encaixa com suas necessidades.

6 . Esquecer das necessidades do viajante

Caso a empresa pense apenas nos valores de entrada e saída do caixa na hora de contratar uma agência de viagens, pode acabar tendo problemas com o comprometimento dos colaboradores. Para acertar em cheio na escolha, é indispensável considerar as necessidades dos colaboradores que atuam na linha de frente das viagens corporativas.

Então, avalie os pacotes oferecidos conforme os objetivos da viagem e do perfil de cada funcionário envolvido. Lembre-se de que otimizar cada detalhe, além de reduzir os gastos, é uma questão que interfere diretamente na produtividade e pode contar muitos pontos nos investimentos futuros que uma viagem corporativa traz.

7 . Fechar negócio sem uma boa comunicação

Fechar negócio somente após acessar o site sem conversar com nenhum responsável pelo oferecimento dos serviços é outro erro frequente. Isso porque só com as opções disponíveis on-line, você pode acabar não lendo as letras pequenas do contrato e se enrolar caso precise de alguma ajuda emergencial.

Em viagens, especialmente, no caso de destinos internacionais, os colaboradores podem se deparar com uma série de imprevistos e é indispensável ter um contato direto de uma pessoa que atua prestando uma assessoria personalizada.

Esse tipo de tranquilidade é fundamental tanto para os viajantes quanto para quem contrata, já que garantir que tudo aconteça conforme o esperado se mostra como um passo e tanto no fechamento de novos negócios.

Pronto! Agora você já sabe como contratar uma agência de turismo corporativo. O mais importante é procurar por uma equipe de qualidade para direcionar suas escolhas e prestar um serviço de excelência. Só assim será possível ganhar mais espaço no mercado e ter colaboradores mais engajados que vestem a camisa.

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As viagens corporativas conquistam o melhor resultado quando as empresas contam com o auxílio de agências de viagens online especializadas no assunto. Mas um ponto que deve ser observado é com relação ao contrato para viagem de forma que ele não seja muito limitante.

Para a organização das viagens corporativas é recomendado que um calendário de viagens seja feito, para ter tempo de buscar as melhores ofertas e a economia. Contudo, temos que pensar na possibilidade de surgir compromissos de última hora.

Nesses casos, a viagem deve ser organizada rapidamente para evitar qualquer prejuízo para os negócios. Como forma de garantir que as necessidades sejam atendidas é preciso ficar atento e verificar se o contrato é limitante, pois ele pode interferir nos objetivos dessa viagem.

Neste texto, vamos apresentar para vocês algumas dicas que vocês podem aplicar para evitar os contratos limitantes. Continue lendo nosso texto e fique por dentro!

Saiba o que são contratos limitantes

As viagens corporativas fazem parte das rotinas das empresas e necessitam que alguns cuidados sejam tomados na hora de fazer o seu planejamento. É por meio dessas atividades que os colaboradores conseguem promover a empresa e, por isso, é necessário uma organização bem feita.

Como algumas dessas demandas podem surgir ao longo da semana, é importante ficar atento para o tipo de contrato que se faz com agências de viagens. Os contratos limitantes são aqueles que estão estruturados de forma restritiva e que não abrem possibilidades para imprevistos.

Esse tipo de acordo pode atrapalhar as viagens, pois é possível que demandas novas surjam e a agência precisa estar apta para suprir com essas necessidades. Confira algumas formas de identificar contratos restritos:

  • existência de cláusulas rígidas que impedem mudanças urgentes;
  • não oferece um contrato personalizado de acordo com as suas necessidades;
  • não oferece benefícios para o cliente, como o cashback;
  • não disponibiliza softwares para facilitar os registros, as compras de passagens e reservas em hotéis;
  • não oferece suporte para quem está viajando.

Pensando nesse sentido, é preciso criar um contrato que esteja de acordo com as intenções da empresa. Por isso, é preciso que esses itens estejam bem delimitados, como vamos apresentar nos próximos tópicos.

Tenha as políticas de viagem bem definidas

As políticas de viagens corporativas são as diretrizes e parâmetros que determinam como as viagens devem ser realizadas. O intuito de fazer a sua criação é determinar padrões que orientam a forma de controlar dos gastos, delimitar as regras de reembolso e quais são os objetivos dos profissionais.

A sua criação não serve somente para regular a forma como os funcionários devem usar o dinheiro na hora de se hospedar e comprar as passagens. Essas normas regulamentam também o código de conduta, objetivos, visão e valores da empresa, que os funcionários devem seguir.

Para elaborar as políticas da sua empresa, é preciso conhecer bem o cenário interno e externo. É a partir desse estudo que os gestores podem criar as normas, que nortearam todas as viagens da empresa.

Confira o passo a passo:

  • entenda a situação e as necessidades da empresa;
  • saiba quais os seus limites;
  • conheça a cultura empresarial e adapte para as políticas de viagens;
  • estabeleça uma média de orçamento para controlar os gastos dessa atividade;
  • conheça as diversas opções de fornecedores;
  • crie procedimentos de segurança.

Essas regulamentações só podem se criadas pelas empresas, pois somente os gestores conhecem a sua realidade e as necessidades. A partir da criação dessas políticas, os responsáveis podem negociar com as agências o tipo de contrato mais adequado para as situações de inesperadas e necessidades da empresa.

Ficar atento a esse tipo de contrato está relacionado à execução de uma gestão de viagens eficientes. Assim, os colaboradores saberão como agir durante as viagens.

Faça um planejamento de viagem eficiente

A gestão de viagens corporativas é necessária para garantir que o objetivo dessa atividade seja atingido ao final da jornada. Realizar uma boa organização evita alguns erros, como gastos excessivos, contratação de serviços desnecessários, não saber lidar com imprevistos e como evita cair em contratos limitados.

É nesse momento que os gestores devem ficar atentos para não assinar um acordo com nenhuma agência que ofereça poucas condições de viagens. Busque uma agência que faça um contrato personalizado que atenda às necessidades da sua empresa.

Saiba o que sua empresa necessita para a construção do acordo:

  • estabeleça as políticas de viagens corporativas;
  • informe os colaboradores sobre essas diretrizes;
  • realize pesquisas sobre o destino final (incluir hotéis, comércios próximos, segurança do local e transporte local);
  • automatize os processos da viagem;
  • contrate o serviço de empresas de transporte que sejam confiáveis.

Esses são alguns pontos que evitam que haja algum erro de gestão. Eles servem como um guia para que os gestores comecem a pensar nas questões que o contrato deve contemplar.

Defina parâmetros para as viagens

A organização da viagem vai além da determinação de metas e objetivos a serem alcançados. Em algum momento será preciso pensar no que é necessário para a sua realização, como a hospedagem, transporte e as passagens.

Esses tópicos são os mais conhecidos quando falamos de viajar, pois, sem eles, a viagem não pode ocorrer. Para começar, defina um calendário anual ou semestral de viagens que os colaboradores já têm confirmado. Isso auxilia na hora de elaborar os contratos com os fornecedores.

Fazer essa organização permite que as pesquisas sejam feitas com a antecedência necessária, de forma que exista tempo hábil para fazer as reservas. Realizar essa busca anterior à compra garante que as melhores tarifas sejam encontradas.

As empresas devem definir uma quantidade de verba que os colaboradores podem gastar por dia e esses parâmetros serão utilizados no software de self-booking, que faz um filtro e apresenta as ofertas disponíveis dos critérios estabelecidos.

A utilização de aplicativos de self booking permite a maior liberdade para que os próprios viajantes façam as escolhas mais convenientes para cada evento. Sabemos que o custo de viajar para cada cidade varia de acordo com a época do ano, distância e período de estadia, por isso, fornecer essa possibilidade é uma garantia de um contrato menos limitado.

Automatize os processos

Automatizar todas as etapas da viagem, deste a compra até produção de relatórios, garante mais autonomia para que o usuário organize seu itinerário. É possível adquirir com as agências o software que permite essas escolhas.

Como a implantação dessa ferramenta, os colaboradores podem fazer todas as reservas que vão desde as passagens até o aluguel de um carro. Além disso, é possível fazer o registro de todos os gatos com a viagem.

Guardar essas informações é importante, pois, quando terminar a viagem, o colaborador pode conferir esses dados e relatar para os gestores tudo o que foi feito.

Escrever um relatório de viagem detalhado permite que os gestores avaliem os resultados e se eles foram positivos ou não e o que pode ser melhorado. Além disso, esse documento é uma prestação de contas que o funcionário deve fazer.

Fazer esses registros em aplicativos garante que nenhum deles seja perdido e que eles possam ser acessados facilmente por meio dessa plataforma online. A sua ideia é registrar todos os procedimentos feitos para que um relatório de viagem seja feito com precisão.

A facilidade de conseguir planejar a viagem por meio desse software garante mais liberdade para os usuários em fazer as escolhas que mais se encaixam no roteiro de viagem. Caso ocorram alguns imprevistos, o colaborador pode sozinho reorganizar a viagem.

Contratar uma agência online de viagens flexível pode ajudar

Com experiência na realização desse tipo de atividade, as agências online oferecem diversos benefícios para quem contratar o seu serviço, como economia e agilidade nos processos. Apesar do colaborador ter autonomia, também, é preciso contar com o auxílio de agentes especializados nessa área.

As agências de viagens já têm empresas parceiras que oferecem o melhor preço devido a acordos feitos anteriormente. Além disso, facilidades como o self booking e o cashback podem ser ofertadas como forma de beneficiar o cliente.

É importante pesquisar qual empresa contratar, para encontrar a que oferece os melhores serviços e benefícios para os viajantes. Além de disponibilizar as opções de viagem, a etrip fornece um suporte online que pode ser acessado pelos viajantes a qualquer hora, garantindo a maior comodidade e agilidade.

Quando existe um contrato limitante entre uma agência de viagem corporativa e um cliente, os dois lados têm a perder com esse tipo de acordo. Os clientes ficam presos às cláusulas existentes nesse acordo e podem acabar perder oportunidades de fazer negócios. Já os contratados, ao não permitir a flexibilização, acabam perdendo clientes.

Quando falamos sobre acordo entre a agência e o cliente, o importante é garantir um equilíbrio nesse contrato que permita mais liberdade para que os funcionários escolham as melhores opções de viagem.

A etrip dispõe de um site com as melhores opções de escolha para os colaboradores. Eles podem encontrar diversas possibilidades para organizar a sem perder a qualidade, e isso garante que o contrato com os seus clientes seja mais flexível.

Gostou do nosso texto e quer saber mais sobre esse tipo de serviço? Entre em contato conosco e conheça todas as nossas opções.

Ter um bom networking profissional, ou seja, uma rede de contatos corporativa, é fundamental para todas as pessoas que desejam se destacar no mercado. Com ele, é possível gerar novos negócios, conhecer a concorrência e ampliar conexões interessantes. Sendo assim, saiba que as viagens corporativas são ótimas aliadas nesse processo.

Aprimorar os relacionamentos profissionais é uma ótima sacada para expandir a marca da empresa e garantir ótimas oportunidades de negócio. Dessa maneira, as viagens internacionais e nacionais ajudam a se conectar com outras pessoas da mesma área, fazer amizades e descobrir tendências e inovações mercadológicas que podem fazer a diferença dentro da sua companhia.

Gostou do assunto? Então, confira agora 9 dicas para fazer o networking profissional. Boa leitura!

1. Descubra os contatos imediatamente

Logo que você chegar no aeroporto aproveite para iniciar os preparativos do seu networking. Afinal, é muito provável que você encontre na sala de espera participantes da reunião ou do evento que você vai participar. Converse sobre as expectativas do evento, se eles já participaram de alguma edição passada e, também, procure saber mais sobre o seu trabalho.

Então, aproveite para iniciar os primeiros contatos com essas pessoas. Converse e seja simpático para tornar a viagem a trabalho ainda mais produtiva e para que você não perca nenhum minuto!

2. Reúna todas as informações sobre o evento

É fundamental estar bem preparado para o evento. O mais interessante é que o universo digital está aí para nos ajudar! Pesquise no site, no blog e nas mídias sociais todas as informações sobre o evento. Além disso, aproveite para conferir depoimentos dos participantes das edições passadas.

Veja algumas informações para coletar:

  • Quem serão os palestrantes?
  • Quem são os organizadores do evento?
  • Quem são os patrocinadores?
  • Qual é o público-alvo?
  • Os seus concorrentes participarão do evento?
  • Qual é o local do evento?

Esses questionamentos ajudam a compreender melhor o público do seu networking. Você também pode dar uma espiada no LinkedIn e em outras redes sociais dos participantes e palestrantes para ter informações úteis que rendam uma boa conversa.

3. Visite os eventos e participe das reuniões

Se você vai participar de um único evento em outra cidade, aproveite para pesquisar se não há outros acontecendo ao mesmo tempo e que sejam do seu interesse para que você possa comparecer.

Também vale a pena conferir se não há nenhum cliente ou prospect naquelas redondezas para que você aproveite ainda mais a sua viagem corporativa e faça mais conexões.

4. Aproveite momentos de pausa

Durante os eventos, muitas pessoas ficam com dúvidas sobre qual é o melhor momento para conversar sobre a temática da reunião, ou quando é a hora de falar sobre algo informal.

Por isso, uma dica de ouro é aproveitar os períodos de pausa (nas refeições e, até mesmo, no intervalo entre uma reunião e outra) para conversar sobre algo mais informal.

Você até pode começar falando sobre o tema do evento para puxar um assunto com uma pessoa desconhecida e, depois, partir para outros temas que sejam do interesse em comum.

5. Evite más impressões

Não queremos que as pessoas tenham uma impressão errada sobre o seu profissionalismo, certo? Por isso, evite más impressões. Em primeiro lugar, saiba que a sua aparência física importa. Portanto, estar com roupas limpas e passadas, cabelo arrumado, barba aparada e unhas bem-feitas é essencial para garantir a boa imagem pessoal.

Tenha uma boa conduta nas reuniões, evite falar alto demais ou chamar a atenção com uma risada em um momento inapropriado. É sempre importante ser cordial, respeitar a todos, ter empatia e sorrir sempre.

6. Deixe o seu contato para que as pessoas se lembrem de você

Se você não tiver um bom cartão de visitas, certamente ficará difícil para as pessoas lembrarem do seu nome, certo? Afinal, haverá muita troca de informações.

Por isso, prepare-se para o evento com antecedência e confeccione cartões criativos para apresentar a sua empresa. Ah! Você não precisa inserir tudo o que você faz no cartão, está bem? Informações de contato (e-mail, telefone, site e redes sociais) já é o suficiente.

7. Não fale mal dos outros

Por mais que você tenha uma impressão negativa sobre uma pessoa ou empresa, jamais fale mal dos outros (mesmo que outras pessoas estejam concordando com o seu pensamento). Afinal, essa atitude pode manchar a sua imagem profissional.

Já imaginou falar mal de uma pessoa para outra que você acabou de conhecer e ela ser parente daquela que você está falando mal? Ou cometer o equívoco de falar mal de uma empresa e o dono do empreendimento estar perto de você? Não pegaria bem, você concorda?

Por isso, foque sempre nos pontos positivos das pessoas e das marcas. Se perguntarem algo, e você tiver uma resposta negativa, tente desconversar (vale até mesmo dizer que você não conhece ou ainda não tem uma opinião formada sobre o assunto).

8. Seja criativo

Ter um bom papo é essencial para que as pessoas se lembrem de você com carinho e credibilidade. Por isso, ser criativo é uma ótima alternativa para se destacar. Afinal, ser autêntico é uma característica fundamental para se aproximar de pessoas que tenham os mesmos interesses que os seus.

Por isso, tente se manter sempre atualizado sobre as tendências do mercado para ter falas enriquecedoras que, de fato, façam a diferença para o ouvinte.

9. Mantenha contato

Outro detalhe muito importante é sempre manter contato com as pessoas que você conversar durante as viagens e nos eventos corporativos. Para fazer um networking profissional de qualidade é essencial cultivar os relacionamentos.

Identifique oportunidades para continuar com essas relações e faça com que as pessoas se recordem de você. Por exemplo, participe das redes sociais do seu novo amigo e aproveite para compartilhar, comentar e curtir as suas publicações profissionais.

Fazer networking profissional é uma ótima estratégia para você se destacar da concorrência, conhecer o mercado, trocar uma ideia com pessoas que trabalham no mesmo segmento que o seu e, também, para garantir oportunidades de negócio. Por isso, participar de eventos e reuniões é fundamental.

Nossas dicas foram proveitosas para você? Então, saiba agora como a experiência do viajante corporativo pode ser melhorada!

Ter um bom networking profissional, ou seja, uma rede de contatos corporativa, é fundamental para todas as pessoas que desejam se destacar no mercado. Com ele, é possível gerar novos negócios, conhecer a concorrência e ampliar conexões interessantes. Sendo assim, saiba que as viagens corporativas são ótimas aliadas nesse processo.

Aprimorar os relacionamentos profissionais é uma ótima sacada para expandir a marca da empresa e garantir ótimas oportunidades de negócio. Dessa maneira, as viagens internacionais e nacionais ajudam a se conectar com outras pessoas da mesma área, fazer amizades e descobrir tendências e inovações mercadológicas que podem fazer a diferença dentro da sua companhia.

Gostou do assunto? Então, confira agora 9 dicas para fazer o networking profissional. Boa leitura!

1. Descubra os contatos imediatamente

Logo que você chegar no aeroporto aproveite para iniciar os preparativos do seu networking. Afinal, é muito provável que você encontre na sala de espera participantes da reunião ou do evento que você vai participar. Converse sobre as expectativas do evento, se eles já participaram de alguma edição passada e, também, procure saber mais sobre o seu trabalho.

Então, aproveite para iniciar os primeiros contatos com essas pessoas. Converse e seja simpático para tornar a viagem a trabalho ainda mais produtiva e para que você não perca nenhum minuto!

2. Reúna todas as informações sobre o evento

É fundamental estar bem preparado para o evento. O mais interessante é que o universo digital está aí para nos ajudar! Pesquise no site, no blog e nas mídias sociais todas as informações sobre o evento. Além disso, aproveite para conferir depoimentos dos participantes das edições passadas.

Veja algumas informações para coletar:

  • Quem serão os palestrantes?
  • Quem são os organizadores do evento?
  • Quem são os patrocinadores?
  • Qual é o público-alvo?
  • Os seus concorrentes participarão do evento?
  • Qual é o local do evento?

Esses questionamentos ajudam a compreender melhor o público do seu networking. Você também pode dar uma espiada no LinkedIn e em outras redes sociais dos participantes e palestrantes para ter informações úteis que rendam uma boa conversa.

3. Visite os eventos e participe das reuniões

Se você vai participar de um único evento em outra cidade, aproveite para pesquisar se não há outros acontecendo ao mesmo tempo e que sejam do seu interesse para que você possa comparecer.

Também vale a pena conferir se não há nenhum cliente ou prospect naquelas redondezas para que você aproveite ainda mais a sua viagem corporativa e faça mais conexões.

4. Aproveite momentos de pausa

Durante os eventos, muitas pessoas ficam com dúvidas sobre qual é o melhor momento para conversar sobre a temática da reunião, ou quando é a hora de falar sobre algo informal.

Por isso, uma dica de ouro é aproveitar os períodos de pausa (nas refeições e, até mesmo, no intervalo entre uma reunião e outra) para conversar sobre algo mais informal.

Você até pode começar falando sobre o tema do evento para puxar um assunto com uma pessoa desconhecida e, depois, partir para outros temas que sejam do interesse em comum.

5. Evite más impressões

Não queremos que as pessoas tenham uma impressão errada sobre o seu profissionalismo, certo? Por isso, evite más impressões. Em primeiro lugar, saiba que a sua aparência física importa. Portanto, estar com roupas limpas e passadas, cabelo arrumado, barba aparada e unhas bem-feitas é essencial para garantir a boa imagem pessoal.

Tenha uma boa conduta nas reuniões, evite falar alto demais ou chamar a atenção com uma risada em um momento inapropriado. É sempre importante ser cordial, respeitar a todos, ter empatia e sorrir sempre.

6. Deixe o seu contato para que as pessoas se lembrem de você

Se você não tiver um bom cartão de visitas, certamente ficará difícil para as pessoas lembrarem do seu nome, certo? Afinal, haverá muita troca de informações.

Por isso, prepare-se para o evento com antecedência e confeccione cartões criativos para apresentar a sua empresa. Ah! Você não precisa inserir tudo o que você faz no cartão, está bem? Informações de contato (e-mail, telefone, site e redes sociais) já é o suficiente.

7. Não fale mal dos outros

Por mais que você tenha uma impressão negativa sobre uma pessoa ou empresa, jamais fale mal dos outros (mesmo que outras pessoas estejam concordando com o seu pensamento). Afinal, essa atitude pode manchar a sua imagem profissional.

Já imaginou falar mal de uma pessoa para outra que você acabou de conhecer e ela ser parente daquela que você está falando mal? Ou cometer o equívoco de falar mal de uma empresa e o dono do empreendimento estar perto de você? Não pegaria bem, você concorda?

Por isso, foque sempre nos pontos positivos das pessoas e das marcas. Se perguntarem algo, e você tiver uma resposta negativa, tente desconversar (vale até mesmo dizer que você não conhece ou ainda não tem uma opinião formada sobre o assunto).

8. Seja criativo

Ter um bom papo é essencial para que as pessoas se lembrem de você com carinho e credibilidade. Por isso, ser criativo é uma ótima alternativa para se destacar. Afinal, ser autêntico é uma característica fundamental para se aproximar de pessoas que tenham os mesmos interesses que os seus.

Por isso, tente se manter sempre atualizado sobre as tendências do mercado para ter falas enriquecedoras que, de fato, façam a diferença para o ouvinte.

9. Mantenha contato

Outro detalhe muito importante é sempre manter contato com as pessoas que você conversar durante as viagens e nos eventos corporativos. Para fazer um networking profissional de qualidade é essencial cultivar os relacionamentos.

Identifique oportunidades para continuar com essas relações e faça com que as pessoas se recordem de você. Por exemplo, participe das redes sociais do seu novo amigo e aproveite para compartilhar, comentar e curtir as suas publicações profissionais.

Fazer networking profissional é uma ótima estratégia para você se destacar da concorrência, conhecer o mercado, trocar uma ideia com pessoas que trabalham no mesmo segmento que o seu e, também, para garantir oportunidades de negócio. Por isso, participar de eventos e reuniões é fundamental.

Nossas dicas foram proveitosas para você? Então, saiba agora como a experiência do viajante corporativo pode ser melhorada!

As viagens feitas no âmbito empresarial trazem uma série de benefícios para as empresas: permitem que elas ampliem seus mercados, estreitem relacionamentos com clientes, fornecedores e colaboradores, motivam times, fortalecem a marca e trazem parcerias promissoras. Contudo, para que elas gerem tantas vantagens, é essencial que seja estabelecida uma política de viagens corporativas.

Quer entender o que essa série de diretrizes pode fazer por sua empresa e como criar uma política de viagens corporativas? Acompanhe o que preparamos a seguir! 

O que é uma política de viagens corporativas?

A política de viagens corporativas é o conjunto de diretrizes e parâmetros que determinam como serão realizadas as jornadas empresariais nacionais e internacionais. Ela estabelece padrões que ajudam no controle de gastos, na delegação de responsabilidades, no reembolso de despesas, redação de relatórios, entre outros requisitos importantes para que a viagem corporativa seja bem-sucedida.

Com esse conjunto de diretrizes, sua empresa usufrui de uma série de benefícios:

  • redução de custos;
  • melhorias na qualidade das viagens corporativas;
  • simplificação de processos administrativos;
  • otimização no controle de despesas;
  • experiência de marca fortalecida para colaboradores, parceiros e fornecedores.

O que levar em conta ao criar uma política de viagens corporativas?

Embora o acompanhamento de uma agência especializada em viagens corporativas seja importante para traçar diretrizes para a sua empresa, é preciso atentar a alguns aspectos. Veja quais são.

As necessidades da empresa

A criação de uma politica de viagens corporativas deve levar em conta o que está sendo praticado no mercado, mas é essencial que você atente às necessidades de sua empresa. Se o seu empreendimento tem pequeno ou médio porte e seus colaboradores trabalham remotamente, seus critérios de avaliação serão diferentes dos adotados por uma multinacional, por exemplo. 

Converse com os setores diretamente envolvidos no planejamento e na execução das viagens corporativas. Entendendo o cotidiano dos seus colaboradores, você terá mais informações para criar um documento que os auxilie nas atividades do dia a dia.

Os limites da sua companhia

Entender os limites do seu negócio é essencial para que você possa redigir uma boa política de viagens de negócios. Afinal, cada empresa tem seu próprio ritmo de expansão, suas metas e estratégias para alcançá-las. Criar uma política de viagens difícil de ser alcançada, seja por limites logísticos, financeiros ou de pessoal, pode gerar prejuízo e desconforto entre seus colaboradores. 

A cultura organizacional

É essencial que a sua política de viagens corporativas se adéque à cultura organizacional de sua empresa. Ou seja, esse documento precisa alinhar-se ao modo de fazer negócios, ao comportamento que se espera de seus colaboradores e ao que sua empresa almeja ser. Somente assim você estabelece regras e limites coerentes com o dia a dia de seus colaboradores e com a imagem que a sua marca deseja ter no mercado. 

O seu orçamento

Uma das questões mais importantes de uma política de viagens corporativas é o orçamento. Afinal, uma das principais funções desse conjunto de diretrizes é a redução de gastos por meio da padronização de procedimentos, do estabelecimento de um cronograma que permita organizar a viagem com antecedência e da implementação de limites e práticas de controle orçamentário. 

Com a definição de um orçamento máximo para a sua política de viagens você evita mal-entendidos e gastos excedentes. Lembre-se de estabelecer parâmetros para o controle desse orçamento, como a adoção de um cartão corporativo. A Seagate, por exemplo, estabeleceu diretrizes até mesmo para o downgrade, de forma que ela pudesse receber o dinheiro economizado por colaboradores (cashback).

Como você pôde perceber, uma política de viagens corporativas exige que a sua empresa atente a uma série de parâmetros. A adoção de um software de gestão especializada pode auxiliar seus gestores e as equipes envolvidas na manutenção das diretrizes estabelecidas pela empresa, bem como no gerenciamento das viagens propriamente ditas. 

Se você se interessa por esse tipo de serviço, a etrip dispõe de uma plataforma ideal para você. Entre em contato com a nossa equipe para entender como podemos ajudar a sua empresa a economizar e ter muito mais resultados!

Você já parou para pensar os milhões de pessoas que viajam mensalmente em todo mundo? Fica até difícil dimensionar tal número, mas podemos ter uma ideia do impacto que isso causa no ambiente como um todo. Apesar de ser algo essencial para a economia, as viagens interferem nos ecossistemas e isso deve ser considerado antes de iniciar uma jornada. Com a proposta de atenuar tais efeitos, surgiu o turismo sustentável. 

Neste artigo, você conhecerá mais sobre essa tendência, mas também sobre os seus benefícios e boas práticas para se tornar um turista mais consciente. Continue a leitura e descubra mais sobre o assunto!

O turismo sustentável e como colocá-lo em prática 

Em uma era em que a sustentabilidade é uma das principais preocupações mundiais, os setores que movem a economia precisam se adaptar para continuar atendendo às demandas da população, sem prejudicar o meio ambiente.

Diante disso, a Organização Mundial do Turismo define o termo turismo sustentável como um tipo de turismo que considera seus impactos econômicos, sociais e ambientais tanto atuais quanto futuros, atendendo às necessidades não só daqueles que se propõem a visitar, mas também da indústria, meio ambiente e comunidade anfitriã.

Entre os seus principais objetivos está a manutenção de um alto nível de satisfação, garantindo uma experiência significativa na vida dos turistas, mas, também, conscientizando-os sobre as questões ligadas à sustentabilidade e práticas que promovam tal relação.

Diante disso, a própria OMT definiu algumas diretrizes para aqueles que querem adotar tal estilo de vida em suas próximas viagens, entre as quais podemos destacar:

  • a otimização no uso dos recursos ambientais, mantendo sempre a consciência ecológica, sempre focada na questão da biodiversidade;
  • o respeito às comunidades anfitriãs e seus laços culturais, preservando a herança construída, bem como os seus valores tradicionais; 
  • a garantia de operações econômicas viáveis e de longo prazo, que favoreça o todo de maneira justa, ou seja, garanta um maior equilíbrio socioeconômico.

Características fundamentais

Diante das definições dadas pela OMT podemos inferir algumas características cruciais que identificam uma atividade turística sustentável. A primeira delas é o atendimento aos anseios tanto do turista quanto dos locais que o recebem. Ou seja, quando se fala de sustentabilidade, também é importante destacar o relacionamento para o desenvolvimento da atividade de maneira que todos os envolvidos estejam cientes sobre o seu papel. 

Outra característica essencial é que as ações são economicamente viáveis, além de justas em termos sociais e ecologicamente correta. Isso nos leva ao fato de que para uma viagem ser considerada sustentável deve haver uma preocupação em consumir o mínimo e conservar os recursos naturais. Além disso, a adoção de uma prática turística que não seja feita em massa também é um aspecto relevante.

Dicas para definir uma viagem mais sustentável

Depois de conhecer as principais características do turismo sustentável, você deve estar pensando: mas como colocar isso em prática? A primeira dica é escolher uma empresa especializada que possa oferecer todo o suporte necessário à sua jornada. É fundamental que os serviços dela sejam certificados no âmbito sustentabilidade, por exemplo. Esse é o primeiro passo, saiba quais são os outros a seguir!

Faça uma pesquisa

A hospedagem é um dos maiores causadores de poluição quando falamos sobre o turismo. Portanto, antes de escolher por um hotel, pousada ou qualquer outro tipo de acomodação é necessário fazer uma pesquisa minuciosa sobre a localização, serviços e características do espaço.

Além disso, busque informações a respeito da hospedagem no sentido de minimização do impacto (uso de reciclagem, por exemplo), fornecimento de experiências ecologicamente corretas, consciência e respeito à cultura local e ao próprio ambiente, entre outros. 

Respeite a cultura local

O respeito à cultura local também parte da prática de turismo sustentável. Fazer uma análise prévia do local ajudará nesse sentido. Algumas metodologias e cuidados são essenciais, por exemplo, sempre pedir consentimento quando quiser tirar fotos com moradores locais, não fotografar em locais sem permissão, vestir-se de acordo com os costumes locais, (regra especialmente válida para templos religiosos e locais sagrados), ser consciente nas negociações quando se trata de compra de produtos locais. 

Assim, procure sempre estar atento aos costumes locais para não desrespeitar ou mesmo interferir em algo que faz parte da cultura daquelas pessoas. Lembre-se sempre de que da mesma maneira você gostaria de ser respeitado, essas pessoas também almejam a mesma coisa.

Preserve os recursos naturais 

Quando falamos sobre turismo sustentável não podemos deixar de lado a questão ecológica. É importante ter respeito com a vida selvagem e preservar os recursos naturais. Por isso, produza a menor quantidade de lixo e, se possível, envie o que puder à reciclagem 

Não se esqueça do cuidado com os animais e também com a flora no entorno. Evite realizar passeios que tenham animais como atração, mas também não colete conchas, mudas, plantas para não afetar o ecossistema local. Sempre lembre do cuidado com a natureza.

Priorize produtos e serviços locais

Outra dica para o desenvolvimento do turismo sustentável é priorizar os produtos e serviços locais. A atividade turística também preza por estimular a economia local, portanto, prefira consumir de lojas, restaurantes e outros estabelecimentos que são gerenciados por moradores. Caso seja necessário consumir de redes internacionais de comércio, veja se há emprego para os locais, se as condições de trabalho são boas, uma pesquisa simples é capaz de dar tais respostas.

Todas essas dicas podem ser inclusive aplicadas a viagens corporativas. As empresas que buscam valorizar a sustentabilidade turística ajudam a promover uma consciência entre os seus colaboradores de preservação não só do ambiente, mas também da cultura local. Inclusive, vale a pena lembrar que tal ação reflete positivamente na imagem da marca, algo essencial para se estabelecer com confiança entre os consumidores. 

O turismo sustentável requer a participação informada de todas as partes interessadas relevantes. Tal ação é um processo contínuo e precisa do monitoramento constante dos impactos, introduzindo as medidas preventivas e corretivas, quando necessário. Como mostramos, há uma série de ações que devem ser implementadas pelas pessoas e empresas que querem incentivar a prática, como a priorização de produtos locais e a redução na produção de lixo.

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Cada vez mais as empresas abrem a sua cultura corporativa para as individualidades dos trabalhadores. A flexibilização do dress code, regimes de home office e uso de redes sociais para a comunicação são algumas das manifestações de que, ao abraçar a subjetividade dos colaboradores, os ambientes empresariais tornam-se mais diversos, flexíveis e atraentes.

Por isso, as viagens corporativas também abraçaram essas tendências, abrindo brechas para o bleisure, união dos conceitos de negócios e lazer (“business” e “leisure”, em inglês). 

O bleisure vai além de combinar negócios e lazer. Ao estendermos uma visita a negócios para que o colaborador possa fazer um passeio com amigos e familiares, proporcionamos oportunidades para que os profissionais aprimorem o equilíbrio entre vida e trabalho, conheçam novos lugares e culturas e transformem seus vínculos com a empresa.

Um estudo realizado pela BridgeStreet Global Hospitality apontou que, entre os entrevistados, 80% gostariam de realizar ou já realizaram esse tipo de viagem, enquanto 78% declararam que a união de lazer e negócios agrega valor às tarefas profissionais.

Esse mesmo estudo apontou que a maior parte das atividades realizadas durante as viagens de bleisure se relacionam ao turismo, às artes, cultura e alimentação. Ou seja, essas atividades também são uma excelente oportunidade de trazer ganhos intelectuais e culturais para seus colaboradores. 

Nos últimos anos, 20% dos viajantes a negócios já fizeram uma viagem bleisure, sendo que 7% das que foram a negócios envolvem o conceito bleisure, como aponta este estudo também divulgado pela Skift.

Para abraçar essa tendência e tornar suas viagens corporativas mais prazerosas e produtivas, confira o que nós preparamos para você a seguir! 

1. Afinal, o que é bleisure?

O bleisure reúne os conceitos de business (negócios) e leisure (lazer), trazendo experiências diferenciadas para quem trabalha fora do escritório-sede da empresa. Além de ser um grande atrativo para os colaboradores, proporcionando experiências marcantes, essa tendência também traz melhores resultados para a empresa, como veremos adiante. 

Nas viagens de bleisure, seus colaboradores cumprem as tarefas profissionais normalmente, como fariam em uma viagem de negócios tradicional, para manter os níveis de produtividade da empresa. A diferença, contudo, está no fim do deslocamento, pois seu time pode estender a jornada por alguns dias para se dedicar ao turismo e ao lazer. 

Essa tendência tem trazido resultados positivos e entusiasmado colaboradores em todo o mundo. Segundo o The Bleisure Report 2014, realizado pela Bridge Street Global Hospitality e divulgado pela agência Skift:

  • 73% dos entrevistados afirmavam que esse estilo de viagem representaria um benefício extra;
  • dos que já tiveram a experiência, 78% dos funcionários declararam se sentirem mais recompensados, mais engajados e contentes com o trabalho;
  • 79% afirmavam que a combinação de trabalho e lazer colabora com o rendimento profissional durante a viagem.

Essa mesma pesquisa deu alguns apontamentos sobre como algumas empresas têm incorporado o bleisure em suas práticas de viagens corporativas. 60% dos entrevistados afirmaram que, normalmente, são acrescentados 2 dias de folga à viagem de negócios.

A presença de um acompanhante nas viagens de bleisure ainda é uma tendência crescente. Cerca de 55% dos funcionários que participaram da pesquisa disseram que já tiveram a companhia de alguém da família nesse tipo de atividade.

O estudo Phocuswright: Global Travel Market Research Company, disponível no site da Phocuswright, também trouxe alguns dados relevantes para entendermos o bleisure no mundo corporativo:

  • cerca de 64% dos colaboradores que viajam a negócio incluem uma extensão livre em suas viagens;
  • a extensão da viagem é de 4 dias, na média;
  • do público que estende as viagens a negócios, pelo menos 60% o fazem na companhia de alguém.

2. Quais as vantagens dessa tendência?

O bleisure traz uma série de benefícios para as empresas, gerando motivação para bater metas e melhorando significativamente a produtividade e os resultados das negociações. 

2.1. Otimizar o tempo de viagem

No bleisure, o colaborador tem a opção de estender a viagem por alguns dias para aproveitar o caráter turístico do destino. Assim, ele aproveita que a maior parte das despesas sejam pagas pela empresa e consegue fazer um bom passeio apenas arcando com os valores das diárias a mais e com as despesas feitas nos dias de lazer (leisure). 

Motivado pelos dias de lazer, o colaborador pode otimizar o tempo que aplicaria para os negócios. Isso torna a viagem mais produtiva e mais curta para a empresa.

2.2. Motivação para o trabalho

Conhecer novos lugares e ter um emprego que oferece uma rotina diversificada motiva muitos profissionais, mas deslocar-se com muita frequência pode ser muito desgastante, especialmente para os colaboradores que são casados ou têm filhos. Nesse sentido, o bleisure ajuda a motivar seus funcionários que precisam se deslocar com maior frequência, pois além de fazer negócios, eles também podem descansar e aproveitar o destino. 

Algumas empresas incluem a possibilidade de levar a família em viagens de bleisure, de forma que os colaboradores precisem arcar apenas com os gastos extras. Dessa forma, especialmente para aqueles que têm filhos pequenos, as jornadas a trabalhos não precisam representar uma preocupação.

O conforto do colaborador também é uma vantagem especial das viagens nas quais ele pode levar a família. Assim, ele não se sente tão deslocado ou inibido em um destino desconhecido. 

Vale citar também que a relação da família do colaborador com a empresa se transforma, pois ele tem a chance de proporcionar boas experiências aos seus familiares. 

2.3. Permitir momentos de descanso

Todos passamos por um momento da carreira em que nos sentimos completamente desmotivados a levantar da cama para ter mais um dia de trabalho. Contudo, quando esse fenômeno acontece com muita frequência e os sintomas evoluem para um estresse e exaustão física total, pode ser que o colaborador em questão esteja sofrendo um burnout.

Essa doença já atinge 32% dos profissionais brasileiros, segundo uma pesquisa da Associação Internacional de Gestão de Estresse, divulgada na HSM. Vale lembrar que, no mundo, problemas associados à saúde mental no trabalho resultam na perda de US$ 1 trilhão ao ano, como apontam dados da OMS divulgados no mesmo portal. Ou seja, zelar pelo descanso e pela saúde dos funcionários também é cuidar da manutenção de um ambiente de trabalho produtivo e rentável.

As viagens de bleisure são um ótimo recurso para proporcionar bem-estar aos seus funcionários, já que elas proporcionam momentos de lazer. Além disso, em contato com novas culturas, os colaboradores têm a chance de sair da rotina de trabalho, ter novas perspectivas e desenvolver uma mentalidade mais inovadora. O lazer é essencial para oxigenar as ideias em sua empresa!

2.4. Conhecer novos lugares e culturas

Nas viagens de bleisure, os colaboradores têm a chance de entrar em contato com novos lugares e culturas. Isso não só proporciona experiências gratificantes como aprimora o capital intelectual de suas equipes. Afinal, quando saímos da nossa zona de conforto, transformamos a nossa perspectiva e nos mostramos mais abertos a adquirir novos conhecimentos. 

Ao conhecer novos lugares e culturas, seus colaboradores também se mostrarão mais aptos para políticas de diversidade e a novas perspectivas. Esses são ingredientes fundamentais para inovar em uma economia globalizada e que valoriza, cada vez mais, empresas e instituições que fomentem políticas de inclusão e sustentabilidade. 

2.5. Reduzir custos

Como mostramos, as viagens de bleisure podem proporcionar experiências gratificantes aos seus funcionários, reduzindo a incidência de casos de estresse e exaustão em ambiente de trabalho. No Brasil, a depressão nos faz perder cerca de US$ 63,3 bilhões anualmente, como aponta o estudo da OMS também divulgado pela HSM. Isso nos situa no segundo lugar no ranking em que o estresse no trabalho é considerado problema de saúde pública, perdendo apenas para os Estados Unidos. 

2.6. Aprimorar o networking

Alguns colaboradores aproveitam o tempo extra em outros destinos para se capacitar e melhorar os laços profissionais. Afinal, por mais que as reuniões a negócios, feiras e palestras proporcionem encontros profissionais, muitas vezes, elas não são suficientes para uma boa conversa. As viagens de bleisure são ideais para fomentar o networking e proporcionar novas oportunidades de negócios e parcerias para sua empresa.

2.7. Reduzir os impactos do jet lag no trabalho

Após horas de voo, muitos colaboradores sentem necessidade de tirar alguns dias de folga para se recuperar dos efeitos do jet lag ou “descompensação horária”, que também pode prejudicar o desempenho nos negócios. Por isso, com alguns dias extras, ele pode evitar que enjoos, fadiga, insônia e irritação atrapalhem as negociações e as experiências da viagem. 

Nesse sentido, especialmente para viagens longas, é importante que a sua empresa ofereça orientações ao colaborador e dê alguns dias de folga antes dos compromissos de negócios para que o organismo dele possa se restabelecer. Assim:

  • instrua-o a evitar bebidas alcoólicas e energéticos;
  • a se hidratar e comer alimentos mais leves; 
  • para viagens curtas, mas distantes, oriente os seus colaboradores a manter os costumes que cultivam no mesmo horário em casa.

Dessa forma, o colaborador potencializa os resultados financeiros e terá energia suficiente para aproveitar os momentos de lazer.

3. Como aproveitar uma bleisure da melhor forma?

O bleisure é uma forte tendência no mundo corporativo, representando inovação, bem-estar para os colaboradores e um ambiente de trabalho mais motivador. Mas como tirar o máximo das viagens? Confira as nossas dicas! 

3.1. Alinhe-se à política de viagens

Uma viagem de bleisure pode incluir uma série de experiências para o colaborador. Contudo, para que elas se alinhem aos valores da sua empresa e para que as atrações funcionem bem, é preciso que você siga a sua política de viagens no planejamento. Dessa forma, você reduz o número de conflitos e esclarece quais despesas serão cobertas por sua empresa e quais não. 

Além de dar esclarecimentos sobre as despesas, a política de viagens também estabelece prazos possíveis para a extensão da atividade, estabelece diretrizes para as bleisure trips e viagens tradicionais, e, mais importante, traz dicas de conduta para que os colaboradores possam zelar pela reputação da sua marca. Afinal, até mesmo nos momentos de lazer, os colaboradores carregam o nome de sua empresa. 

3.2. Planejar a viagem

As viagens de bleisure precisam garantir que os objetivos dos negócios sejam cumpridos e que o colaborador tenha tempo suficiente para aproveitar o destino a lazer. Por isso, o planejamento é uma etapa essencial desse tipo de jornada. 

Assim como o fazemos para as jornadas corporativas tradicionais, as viagens de bleisure também precisam de um calendário para que o setor responsável se organize e possa se programar com antecedência.

Isso também permite que viajante e organizadores analisem cuidadosamente os destinos e compromissos, de modo que todos se preparem para evitar embaraços causados por choques culturais e planejem atividades adequadas. Isso também um estudo sobre os trajes adequados, as refeições (caso o colaborador tenha restrições alimentares), idiomas, entre outros aspectos. 

Em seu calendário, considere ocasiões como feiras de negócios e datas importantes para o seu setor. Verifique também os feriados e quais podem interferir nas programações pessoais de seus funcionários.

Como os gastos da viagem a trabalho são custeados pela empresa e os dos dias de descanso são de responsabilidade do colaborador, é preciso que esse planejamento inclua também uma etapa de organização financeira. Procure informações sobre o roaming de dados, a moeda local e quais são os compromissos prioritários. 

Quanto maior a antecedência, melhores são os preços. A parceria com hotéis, companhias de transporte e agências especializadas também é essencial para essa etapa, como veremos no tópico 3.7.

Além da antecedência para obtenção de descontos, também é importante considerar a preparação de documentos. Exames médicos e passaporte precisam estar em dia. Verifique quais são as vacinas exigidas para o destino, se o seguro viagem oferece os requisitos necessários e se o colaborador está fisicamente preparado para aproveitar o melhor da jornada. 

3.3. Fazer a mala

Na mala, é importante que o colaborador considere peças que estejam de acordo com o dress code da sua empresa, deixando as peças mais casuais e despojadas para os momentos de lazer. As normas de dress code podem ser esclarecidas na política de viagens da empresa, de modo que o funcionário possa consultar essas informações com facilidade. 

Vale prestar atenção às regras de franquia para despacho de bagagens aprovadas em 2018. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), as medidas da bagagem de mão são de 35 cm de largura, 55 cm de altura e 25 cm de profundidade, pesando até 10 kg. As que estiverem acima do tamanho padrão devem ser despachadas. Os valores para despachar variam de acordo com a companhia aérea, mas partem de R$ 59.  

É também importante que a sua empresa esteja preparada para amparar o colaborador caso a mala seja extraviada. Apesar de as companhias já terem sistemas de rastreamento de bagagem modernos, capazes de auxiliar na recuperação rápida, é importante que você ofereça auxílio imediato para quem os negócios e o lazer não sejam prejudicados por esses episódios. 

3.4. Reservar a hospedagem

Deixar para comprar passagens de avião e reservar o hotel para última hora é receita para pagar mais caro. Para não passar por esse estresse em seu planejamento, organize o seu calendário para também comprar as passagens e a hospedagem com um prazo satisfatório. 

Para tornar o cotidiano de seus colaboradores mais prático, é interessante que você faça parcerias com redes de hotéis ou com agências online que tenham esse tipo de serviço. Essas empresas oferecem o suporte para que a sua empresa possa fazer um planejamento efetivo, de acordo com a política de viagens. Assim, elas promovem o contato com empresas parceiras, otimizando o seu tempo de planejamento.

Com esse tipo de serviço, realizar as hospedagens fica mais fácil, e os colaboradores ficarão familiarizados com as políticas de cada hotel para viagens tradicionais de negócios e bleisure. 

3.5. Comprar as passagens

Para comprar suas passagens aéreas por melhores preços, confira nossas dicas rápidas abaixo: 

  • procure reservar suas passagens com, no mínimo, três semanas de antecedência;
  • em trechos nacionais, você pode considerar uma antecedência de 30 dias, em baixa temporada, para comprar suas passagens. Em alta temporada, procure comprar seus bilhetes com 60 dias de antecedência;
  • para viagens ao exterior, compre a passagem com até 60 dias de antecedência, durante a baixa temporada, e com até 120 dias, em alta temporada;
  • use plataformas de self-booking para encontrar passagens mais acessíveis;
  • as passagens adquiridas nos fins de semana podem gerar uma economia de até 20%;
  • fique atento(a) às ofertas de sextas-feiras para os hotéis;
  • procure iniciar suas viagens na quinta ou sexta-feira;
  • ao adicionar a noite de sábado em sua viagem, você pode economizar até 25% nas passagens aéreas. Em destinos populares para negócios, o desconto costuma ser maior.

3.6. Criar um roteiro de lazer

Para que seus colaboradores aproveitem o destino a lazer, é interessante que sua empresa tenha a sugestão de um roteiro. Afinal, nem todos os colaboradores estão preparados para aproveitar as melhores opções turísticas de um destino. 

Em parceria com uma agência de viagens, você pode criar um roteiro alinhado aos valores de sua empresa. Tenha em mente, contudo, que o tempo destinado ao lazer deve ser de usufruto do colaborador, de modo que esse tempo extra não se torne também mais um cronograma de negócios a ser cumprido. Assim, é interessante que o colaborador enxergue esse roteiro de lazer como uma opção e um amparo para as experiências dele, mas que ele também tenha flexibilidade para fazer o que desejar — desde que ele siga as normas de conduta da sua empresa. 

3.7. Controlar os gastos

Sem grandes custos, as viagens de bleisure permitem que as empresas, com uma pequena adaptação, proporcionem experiências gratificantes aos colaboradores, deixando-os mais engajados com o trabalho. Isso não significa, contudo, que a sua empresa não precise fazer um controle de gastos.

Prepare os seus colaboradores, conscientizando-os da importância da otimização de gastos para que a empresa continue a crescer. É importante que ele tenha responsabilidade também nesse processo, pois apesar de o acompanhamento de gastos ser facilitado com o uso de cartão de crédito e sistemas de gestão, o funcionário também precisa ter autonomia para fazer boas escolhas sem prejudicar a própria experiência.

Para economizar no deslocamento, o funcionário pode utilizar o transporte público ou utilizar aplicativos de viagens. Ofereça instruções para que seu colaborador não passe por maus bocados tentando se deslocar a lazer. Você pode, por exemplo, levantar informações para que ele se desloque até os principais pontos turísticos do destino utilizando o metrô ou ônibus. 

Na plataforma da etrip, gestores e funcionários podem verificar quais são as alternativas de hotéis, tarifas aéreas e transporte mais vantajosas para ambos. O mesmo app também possibilita o fechamento de pacotes por meio do sistema de self booking, no qual o funcionário faça a cotação e faça as próprias compras de viagem. Guiado por uma política de viagens esclarecida e com autonomia, ele pode inclusive colaborar com a redução de gastos em sua empresa. 

Para a otimização de custos, algumas empresas criam políticas de premiação. Quando o colaborador economiza nas viagens corporativas, seja nas tradicionais ou bleisure, ele pode ganhar dias de folga, por exemplo.

Como dissemos, é essencial que a política de viagens corporativas da sua empresa também ofereça esclarecimentos quanto aos gastos. Em geral, as empresas deixam as despesas dos dias de lazer a encargo dos colaboradores, o que os exime de guardar notas fiscais ou utilizar o cartão de crédito corporativo nesse período. A sua empresa pode cuidar das principais despesas, deixando as diárias a mais e despesas extras (como compras e transporte) para o colaborador, por exemplo. 

Com a globalização crescente dos negócios e da tecnologia, a linha tênue entre viagens de negócios e lazer se desfaz ainda mais. Não há mais motivo para o viajante a negócios ter que sacrificar o lazer para ter sucesso em seus negócios.

Nesse sentido, as bleisure trips podem revolucionar as viagens de negócios em sua empresa, pois proporcionam experiências diferenciadas aos seus colaboradores, colaborando com viagens mais produtivas e satisfatórias. 

Se você gostou deste artigo e quer mais dicas para proporcionar bem-estar e experiências motivadoras aos seus colaboradores, elevando a qualidade dos seus negócios e a produtividade das suas viagens corporativas, assine a nossa newsletter. Com ela, você receberá dicas imperdíveis em sua caixa de entrada. Prepare-se para fazer seus resultados voarem cada vez mais alto! 

Seguro é aquele tipo de coisa que contratamos desejando não usar, mas, isso não significa que não seja necessário, não é verdade? O seguro viagem internacional não é diferente! Assim como o seguro de automóveis permite que rodemos mais tranquilos pelas ruas, o de viagens nos possibilita essa liberdade pelo mundo.

Seja em um passeio turístico ou em uma viagem a trabalho, a sua segurança física e a dos seus bens é uma preocupação constante. Além disso, resolver problemas deste tipo em um país estrangeiro é sempre mais complicado.

Por esse motivo, contar com um suporte, uma assistência e uma garantia de reembolso de custos seria sensacional, e você pode ter tudo isso contratando um seguro viagem internacional. Confira abaixo!

O que é o seguro viagem internacional

O seguro viagem internacional é um contrato de seguro que oferece uma gama diversificada de coberturas úteis e necessárias para que o segurado faça suas viagens despreocupado. O contrato pode garantir assistência médica, hospitalar e odontológica, bem como reembolsos e indenizações. As coberturas vão desde o mais simples imprevisto, como uma dor de dente, até problemas mais graves, que podem variar de acordo com o tipo de contratação e os limites da apólice.

Como funciona esse seguro

O viajante contrata o seguro viagem internacional antes da data da viagem, sendo que sua cobertura se inicia no momento do embarque e termina no desembarque, ambos no país de origem. Durante esse período o segurado terá direito a todas as coberturas contratadas, de acordo com os termos descritos no contrato e nas condições gerais do seguro.

Esse seguro tem a obrigatoriedade de oferecer as coberturas consideradas básicas e, geralmente, são incluídas coberturas opcionais — ou adicionais — que são úteis ao viajante. Confira algumas delas, abaixo.

Coberturas básicas

  • Despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas.
  • Traslado de corpo.
  • Traslado médico.
  • Morte em viagem.
  • Morte acidental em viagem.
  • Regresso sanitário.
  • Invalidez permanente, total ou parcial, por acidente em viagem.

Demais coberturas

  • Bagagem — indenização para extravio, dano, furto, roubo ou destruição, devidamente comprovados.
  • Funeral.
  • Cancelamento de viagem.
  • Regresso antecipado — ocasionado por evento coberto.

Cada seguradora tem um procedimento específico em caso de necessidade de utilização do seguro. O mais comum é que haja uma central com atendimento 24 horas por dia, em português, para acionamento. O importante é não adotar nenhuma medida antes de acionar o seguro, especialmente em caso de cobertura de assistência.

Assistência viagem

Não podemos deixar de citar que existem diferenças entre o seguro e a assistência viagem. Logo, como ambas são oferecidas pelas seguradoras, mesmo que combinadas, devem ser consideradas no momento da contratação e da utilização. No caso da assistência viagem, se o segurado precisar utilizar, não pagará pelo serviço ou atendimento. Contudo, deverá realizar o procedimento dentro de uma rede credenciada e indicada pela central de atendimento.

Já no seguro viagem, em caso de necessidade, o segurado tem a liberdade de utilizar o serviço ou local de atendimento desejado, arcar com as despesas e solicitar o reembolso, posteriormente, apresentando comprovação.

Motivos para contratar o seguro viagem internacional

Tranquilidade é a primeira palavra que vem à mente quando pensamos em um motivo para a contratação do seguro viagem internacional. Infelizmente, ninguém está livre de imprevistos e, em um país estrangeiro, um simples pé torcido pode virar um grande problema.

Normalmente, outros países não permitem ao visitante utilizar o sistema público de saúde gratuitamente, nem mesmo em caso de emergência. Considerado que o valor de uma única consulta médica no Estados Unidos, por exemplo, custa cerca de US$ 200, imagine se você precisar bancar medicamentos, transporte em ambulância e até internação! O seguro pode garantir a assistência ou o reembolso destes gastos, além das muitas outras coberturas, por um valor muito menor. Isso também é um ótimo motivo para a contratação, não é?

Tratado de Schengen

Não é só por motivos pessoais que você deve contratar o seguro viagem internacional. Para ser aceito em alguns países, a contratação é obrigatória, com determinação de valor mínimo de cobertura. Um exemplo disso são os países membros do Tratado de Schengen, que exigem um seguro de, no mínimo, 30 mil euros. Dentre os países participantes do Tratado estão: Alemanha, Espanha, França, Holanda, Portugal, Itália, etc. Porém, é recomendado que você pesquise sobre o seu país de destino, pois podem haver outras exigências.

Como contratar um seguro viagem internacional

O mais comum, hoje em dia, é a contratação do seguro viagem internacional via internet. Nos sites das seguradoras ou corretoras é possível calcular os orçamentos, verificar quais são as coberturas e os valores de indenização oferecidos por cada plano e realizar a contratação na hora. O bilhete de seguro é emitido e enviado para o seu e-mail, juntamente com as condições gerais.

O seguro pode ser contratado a qualquer momento, até o dia anterior à viagem. Mas, o ideal é que seja contratado com antecedência, para que você tenha tempo de pesquisar o melhor plano e evitar qualquer problema, como a demora na aprovação de pagamento pela operadora do cartão de crédito, por exemplo.

Dicas para escolher o seguro viagem internacional ideal para você

Atualmente, muitas seguradoras oferecem o seguro viagem e, excluindo-se as coberturas básicas, podem haver grandes variações entre os planos. Além disso, dados como idade, destino, finalidade da viagem — particular ou corporativa — também influenciam. Por esse motivo, é recomendado pesquisar bastante antes de fechar qualquer contrato. Veja, aqui, algumas dicas que você deve levar em conta na hora de escolher o seu seguro viagem internacional.

Analise as coberturas contratuais oferecidas

As seguradoras, geralmente, disponibilizam diversos planos de seguro viagem, diferenciando apenas as coberturas opcionais oferecidas ou os valores de indenização. Contudo, ambas as informações podem ser cruciais para a sua viagem.

Por exemplo, se você vai fazer uma viagem com muitas conexões, a inclusão da cobertura opcional de extravio de bagagem é interessante. Uma viagem para uma cidade cara como Paris, requer um valor de indenização mais alto. Portanto, analise cada uma das coberturas e valores de indenização no momento da contratação.

Compare orçamentos e propostas

Cada seguradora tem seu critério de precificação. Da mesma maneira que as coberturas e os valores máximos de indenização incluídos são importantes para a viagem, eles são também relevantes na composição do orçamento. Por esse motivo, uma dica é não fazer a contratação da primeira empresa que encontrar, mas sim, comparar orçamentos.

Faça a análise, tanto das opções de seguradoras e como dos diferentes planos oferecidos. Os sites de contratação de seguro viagem internacional, geralmente, permitem a realização de diversos orçamentos, em diferentes formatos. Liste as coberturas que incluem tudo o que você precisa e selecione a opção que tiver o melhor preço.

Confirme as informações preenchidas

Quando o orçamento e a contratação são realizados pelo site da seguradora, você deve preencher diversas informações que refletirão no plano e cálculo apresentados. Dessa forma, tome muito cuidado ao incluir dados como idade, gênero, destino da viagem, entre outros, e sempre revise tudo. Lembrando que a vigência do seguro abrange somente o período exato da viagem, portanto, preencha essas datas com muita atenção.

Agora, você conhece as principais características do seguro viagem internacional e sabe o quanto é importante contar com essa proteção em sua próxima ida ao exterior. Não deixe de pesquisar as opções, bem como revisar todos os dados e condições gerais. Deixe que a imprevisibilidade seja somente por conta das boas surpresas da viagem!

Você está planejando uma viagem corporativa para o exterior? Então, veja como elaborar uma política para viagens internacionais e elimine qualquer possibilidade de imprevistos.