Fazer boas compras é o desejo de qualquer empresa. Afinal, isso significa melhorar os resultados e, consequentemente, aumentar os lucros, já que o setor de compras é um dos que mais afetam as finanças de uma empresa.

Por isso, acompanhar os indicadores-chave de desempenho (Key Performance Indicators – KPI’s) da área é fundamental. Com eles, é possível avaliar o sucesso do setor — tanto de forma geral quanto em critérios avaliados separadamente.

Quer saber quais são os principais indicadores de gestão de compras que devem ser avaliados? Apresentamos alguns deles neste post. Acompanhe!

Indicadores de gestão de compras

Saber quais índices monitorar é essencial para o sucesso da gestão de compras, visto que essas ferramentas ajudam no monitoramento das metas do setor. Eles devem, portanto, estar associados a objetivos palpáveis para refletir os resultados da companhia. Apresentamos abaixo alguns dos que não podem ser esquecidos. Confira!

1. Saving

Quanto maior esse índice, maior é a lucratividade da empresa — afinal, “saving” é o termo em inglês para “economia”. Ele mede a economia obtida entre o orçamento e a efetivação das compras. Assim, quando se consegue um desconto de 10% em uma segunda compra do mesmo produto, esse percentual foi economizado.

O sucesso nas negociações leva a savings altos. Se, por outro lado, os preços dos orçamentos estiverem muito próximos dos efetivamente pagos, é preciso agir para aumentar o desempenho do departamento de compras e garantir lucros diretos para a empresa.

2. Custo por pedido

Geralmente, compras em grande volume oferecem mais possibilidades de negociação de descontos e prazos para pagamento. Quando são feitos vários pedidos pequenos, entretanto, o poder de negociação é menor. Por esse motivo, o custo por pedido é um indicador que mostra se a empresa tem gastado mais do que o necessário.

Para fazer o cálculo, é preciso dividir o total gasto no mês pela quantidade de pedidos. Se o custo estiver alto, pode-se centralizar os pedidos em uma única data do mês (o que aumenta o volume e permite negociações mais vantajosas), comprar o máximo de um único fornecedor ou buscar fornecedores com preços melhores.

3. Lead time

O tempo entre a conclusão de um pedido e a efetiva entrega das mercadorias é o lead time. Uma indústria, por exemplo, precisa de um lead time curto para não ter de parar a produção. No varejo é a mesma coisa, pois o estabelecimento precisa ter o que vender.

O lead time tem se tornado cada vez mais importante, já que as companhias armazenem cada vez menos mercadorias. Por isso, os fornecedores precisam ter uma maior capacidade de entrega maior. O objetivo é otimizar o espaço de armazenamento e tornar a empresa mais lucrativa e competitiva.

4. Prazo médio de pagamento

As vendas a prazo são uma realidade para a maioria das empresas. Quando a organização precisa comprar para revender, é preciso avaliar bem esse aspecto. Afinal, adquirir itens com pagamento em três vezes e revendê-los em dez vezes pode ter um impacto importante nas finanças da companhia.

Ficar atento aos indicadores de gestão da área de compras é essencial para garantir o bom desempenho e o sucesso da organização. Com esses dados em mãos, é possível descobrir se a companhia opera com lucro ou se é necessário tomar medidas para reverter esse cenário.

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