Se você tem como foco expandir seu negócio, certamente já deve ter ouvido falar sobre o ROI em viagens corporativas. Apesar de ser bastante utilizada pelas empresas de modo geral, nem todo mundo sabe exatamente como funciona essa métrica e seus principais benefícios que são capazes de estimular o crescimento.

Isso acontece, na verdade, porque a sigla parece complicada em um primeiro momento. No entanto, ao descobrir como adotá-la de maneira eficiente, todas as estratégias internas são direcionadas à redução dos custos e melhor aproveitamento dos lucros.

Quer saber mais? Vamos tirar todas as suas dúvidas sobre o ROI e como usá-lo em viagens corporativas. Acompanhe!

O que é ROI?

Antes de tudo, é necessário compreender o que é o ROI. A sigla se refere ao “retorno sobre investimento”, do termo em inglês Return on Investment. Na prática, consiste em uma métrica que calcula o quanto sua empresa ganhou de investimentos em diferentes áreas. Entre as principais estão gastos com mídia paga, novos equipamentos, treinamentos, serviços e, claro, viagens corporativas.

Ao calcular esse retorno, você ganha informações para tomar decisões cada vez melhores com base nos resultados. Assim, além de direcionar os investimentos para algo que esteja dando certo, também é possível interromper um projeto que não vai ser bem-sucedido em longo prazo antes de perder dinheiro e esforços dos colaboradores.

O primeiro passo envolve calcular o ROI das viagens de maneira individual. Ainda que tenham sido feitos outros investimentos em marketing, por exemplo, ou reuniões presenciais com clientes, o foco deve girar em torno do quanto dinheiro precisou ser movimentado para o deslocamento e do tempo dispensado em cada atividade.

Como usar o ROI em viagens corporativas?

Usar esse tipo de métrica permite que você tenha a noção exata do potencial de crescimento da empresa conforme os compromissos firmados em deslocamentos. O controle financeiro, nesse caso, a partir das informações do retorno, faz muita diferença na hora de não criar dívidas sem necessidade e calcular os gastos de maneira a considerar os imprevistos que podem surgir.

Outro ponto extremamente positivo é que se tona mais fácil cortar gastos que comprometem o fechamento das contas no final do mês. Pense só, se o objetivo da empresa com as viagens corporativas é de fechar novos clientes e aumentar os lucros, os gastos precisam ser considerados investimentos.

Logo, os valores precisam ser menores do que o lucro gerado para que todo esse processo compense. A métrica do ROI pode ser uma importante aliada para determinar limites de gastos e usar bem os lucros conquistados na forma de investimento.

Indicadores usados

As regras do cálculo do ROI podem até parecer complicadas à primeira vista, mas depois que você colocá-las em prática vai notar como é simples montar uma estratégia baseada nos resultados.

Na prática, a fórmula consiste em subtrair o ganho recebido com o investimento em viagens pela quantia gasta no processo — ou seja, quanto a empresa faturou com esse deslocamento e quanto de despesas precisou pagar para que um funcionário se deslocasse.

Em seguida, o resultado deve ser dividido pela quantia gasta com o investimento.

ROI = (Retorno ganho – valor gasto com o investimento)/Quantia gasta com o investimento

Ampliação de resultados

Ao apresentar um resultado favorável com as viagens corporativas, você consegue direcionar os recursos de maneira mais inteligente. Ou seja, se ao mensurar os resultados ficar comprovado que reuniões em outras cidades são interessantes, a distribuição de investimentos pode focar nesse quesito com o objetivo de acelerar o crescimento interno.

Saiba que esses números normalmente são eficientes e revelam muito sobre a situação operacional da empresa como um todo. Além disso, mesmo que você tenha alguns projetos engatilhados, se torna fácil saber se as viagens corporativas precisam ser prioridades de investimentos.

ROI como ferramenta estratégica

O uso do ROI de maneira correta se transforma em uma ferramenta estratégica capaz de mudar as perspectivas de sua empresa. Dentro desse contexto, o trabalho de comunicação com o público-alvo se mostra mais direcionado. Esse tipo de segmentação permite conhecer a fundo as necessidades dos clientes, correr na frente da concorrência e ainda desenvolver um relacionamento de confiança que faz muita diferença.

A partir disso, a experiência de atendimento passa a ser mais personalizada e os resultados aparecem em curto prazo. Saiba que não basta ter uma série de viagens corporativas durante ano se não existir um objetivo a ser cumprido. Por mais networking e contratos que possam ser fechados sem o controle do ROI nos resultados, sem saber onde quer chegar, esse tipo de ação não é sustentável por muito tempo.

Segmentação

Antes de se preocupar com quantidade, tenha atenção especial com a qualidade das viagens. Monte um cronograma bastante detalhado com foco em otimizar as atividades no que realmente represente ganhos. Por exemplo, participar de um evento para captar novos clientes com concorrentes de todo o país pode exigir muitos gastos e talvez um retorno inexpressivo se você ainda não estiver nessa etapa de captação.

Dessa maneira, dê preferência a reuniões segmentadas ou eventos em que seu público-alvo realmente conheça os benefícios do seu negócio. Pensar em participar de tudo somente por status ou para avaliar o que está acontecendo no mercado nem sempre é uma boa ideia.

Ao tirar os planos do papel é preciso calcular cada decisão com o intuito de evitar perder tempo. Mais do que dinheiro, os esforços para algo de retorno pequeno acabam se transformando em atrasos de crescimento.

Sem contar que, assim, o processo de fidelização do cliente acontece de forma mais simples pela necessidade criada pela própria empresa na hora de mostrar seus diferenciais competitivos de maneira inteligente e apropriada. As principais dicas, em uma situação como essa, são estudar as viagens que valem a pena, entender o perfil do público e calcular o ROI pensando em crescimento.

Pronto! Agora você já sabe como funciona o ROI em viagens corporativas. O mais importante é ter um planejamento adequado para garantir sustentabilidade nas viagens corporativas. Só assim será possível crescer de maneira consciente para desbancar a concorrência sem perder a saúde financeira.

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